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Blog do Profº Erasmo
 


MAIS TROPEÇO DO PALMEIRAS

       A derrota agora à noite do Palmeiras em casa para o São Caetano, foi o quarto jogo sem vencer no Campeonato Paulista. Nos últimos jogos foram duas derrotas e dois empates, sendo 12 pontos disputados e  apenas  2 conquistados. 

      Péssimos resultados para uma equipe que tanto investimento faz, contratando  grande número de jogadores de nível técnico médio e considerados "rodados' em liguagem popular no mundo do futebol.

      Dirigentes, Comissão Técnica e parcela de conselheiros e de torcedores, andam sempre de "salto alto", sem colocar o título estadual como prioridade. Desprezar o Campeonato Paulista, significa acumular vexames em outros torneios.

      O último título de campeão paulista conquistado sem Vanderlei Luxemburgo no comando, ocorreu em 1976, com Dudu de técnico.  Depois Luxemburgo foi campeão em 1993, 1994, 1996 e 2008.

     Com tropeço de hoje, o Verdão vai enfrentar no próximo jogo o São Paulo. Roger Machado terá o time completo neste duelo. Hoje ele exagerou na escalação, mudando quase todo o time, sem necessidade.

     Alegar que vários jogadores estão pendurados com cartões amarelos e foram poupados para enfrentar o São Paulo não justifica porque o que interessa no momento é acumular mais pontos para ter vantagem nas próximas etapas do torneio.

     Assim, ganhando três pontos do São Caetano ou do São Paulo, não faz diferença. Agora perder do São Caetano  jogando em casa é uma vergonha. Vamos enfrentar o São Paulo, com histórico de quatros partidas sem vencer. Não acredito em Roger Machado.



Escrito por Profº Erasmo Rocha às 23h58
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ERROS DO PT

       O Partido dos Trablhadores (PT) é uma das poucas siglas partidárias, ou talvez a única, que conta com organização interna democrática e suas resoluções são respeitadas pelas bases e respectivas lideranças que ocupam cargos eletivos em todas as esferas dos poderes constituidos.

       A fidelidade partidária é uma característica do PT. É só observar a votação de seus parlamentares para perceber esta realidade. O Partido é um dos maiores do Brasil e com certeza voltará a crescer nas próximas eleições, apesar do bombardeio que tem recebido da mídia e de setores do judiciário.

      Nas eleições de 2016 o partido sofreu derrotas históricas, diminuindo consideravelmente as prefeituras e vereadores, principalmente no estado de São Paulo e no Centro-Sul de um modo geral. Em 2018 o PT pode eleger o Presidente da República, ampliar os governadores, senadores e deputados. A população sabe que nossos principais adversários são piores.

      Os erros do PT no governo federal, em alguns estados que administrou ou administra, assim como prefeituras, precisam ser repensados, para garantir o processo de reconstrução do partido. A direção do PT precisa reconhecer os erros. A maioria da sociedade brasileira continua acreditando no partido, inclusive no ex presidente Lula. 

      Um dos maiores erros do PT foi escolher Michel Temer para vice presidente de Dilma e deixar Eduardo Cunha ser eleito presidente da Câmara e algumas lideranças do MDB formar quadrilha dentro da Petrobras, Caixa Federal e outras estatais. Algumas lideranças petistas dentro do governo coviviam pacificamente com irregularidades

      Na convenção do MDB que confirmou Michel Temer de vice em 2014, mais de 40% dos convencionais, liderados por Eduardo Cunha, votaram contra. Antes a bancada do MDB e parlamentares do baixo clero de outros partidos, com participação de Cunha, conseguiram derrotar importantes projetos do governo na Câmara.

     Cunha comprava deputados e deputadas com dinheiro sujo de empreiteiras da Petrobras, principalmente, para ser eleito presidente da Câmara. Grandes empresas faziam pressão e chantagem contra o governo. Lamentavelmente a coordenação do governo de Dilma quase nada fez para fazer uma articulação política para garantir a governabilidade.

     O enfrentamento do governo Dilma e do PT à candidatura vitoriosa de Eduardo Cunha para Presidente da Câmara em 2015 foi um erro histórico. O resultado das urnas e os protestos organizados pela direita, com participação da FIESP por exemplo, exigia estratégias do governo e do PT para derrotar os golpistas.

     A vitória de Dilma, mesmo com pequena diferença, respaldava o governo, para articular outro  parlamentar, inclusive do MDB ou de outro partido da base aliada, para isolar e inviabilizar a candidatura de Eduardo Cunha ou de seu grupo, para presidente da Câmara. As consequências dos erros todos conhecemos. Lamentável.



Escrito por Profº Erasmo Rocha às 15h48
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